Arquivo para março 2009
Federação de bancos faz campanha para que clientes parem de reclamar no Procon
Este mês o Procon divulgou o ranking das reclamações de 2008. O setor financeiro (bancos, cartões de crédito e todo aquele pessoal que te pega na rua para oferecer “dinheiro na hora”) foi o segundo mais reclamado, respondendo por 28% de todas as manifestações registradas.
O que a Federação de bancos poderia fazer para tentar se retirar do alto do relatório do órgão? Punir os bancos que descumprirem as normas de atendimento? Exigir que os bancos parem de orientar os atendentes telefônicos a derrubarem a ligação em casos de reclamação? Fiscalizar de perto o serviço prestado por seus colegas?
Claro que não. Há um caminho mais fácil e mais, digamos, com a “cara” dos bancos. Pedir que as pessoas parem de reclamar.
Na a campanha que está no ar todos os dias nas rádios e em impressos, desde março, a mensagem principal é:
Procure seu banco. Ele é o primeiro a querer resolver seu problema.
Fazer campanha para que as reclamações sejam direcionadas aos bancos é um artifício desonesto e uma afronta aos órgãos de defesa. Dizer para o cliente procurar seu banco porque é o banco que resolve o problema (que ele mesmo causou) é mais uma maravilha da auto-regulamentação.
Vale lembrar que as reclamações no Procon são registradas após a qualificação, ou seja, após a conclusão de que as providências internas na empresa já foram tomadas. Ninguém vai ao Procon, enfrenta fila e levanta cópias de documentos porque gosta de reclamar de bobagens. Tratam-se de problemas que não foram resolvidos por quem “quer resolver o problema”, como diz a Febraban.
Vale lembrar também que as informações do Procon são públicas. E que são os órgãos externos como este que nos deixam saber, por exemplo, que a Telefonica é há seis anos a empresa mais reclamada.
Enfim, salientando, reclamações internas caem no cofre das empresas e não servem a reflexão pública.
Para não dizer não falamos dos momentos felizes do sistema bancário:
Em novembro do ano passado, numa cerimônia humilde, a união entre o Itaú e o Unibanco recebeu a benção do mercado. Logo depois da lua de mel anunciaram lucro líquido de 7,8 bilhões em 2008.
O Itaú foi a segunda empresa mais reclamada em 2008; o Unibanco, a quarta.
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Nova campanha publicitária da Febraban estimula diálogo entre bancos e consumidores, realise de notícia, Febraban
Material publicitário e outros downloads, site, Febraban
Cadastro de Reclamações Fundamentadas, 2008, relatório, Procon
O glamour dos valets e a “revitalização” do centro
Sempre teremos “problemas” a resolver em São Paulo quando o assunto é estacionamento. Isso porque a relação entre o espaço que carros parados ocupam e o espaço que seus donos ocupam é totalmente desequilibrada. Uma reunião com 20 pessoas marcada numa sala de 20 m² pode atrair 20 carros, causando um belo transtorno em frente ao local.
Como os paulistanos não sabem ir a lugar nenhum sem levar consigo um motor quente, nem aos finais de semana, o problema é permanente.
Cineminha na sala Unibanco Augusta no domingo? Trânsito a um quarteirão do metrô. Anúncio antes do filme começar, indicando os estacionamentos ao redor? Sim, no Cine Belas Artes, que fica em frente a um corredor de ônibus e a dois quarteirões do metrô.
Sobre a reabertura de uma magnífica sala de cinema no centro de São Paulo, a matéria “Repaginado, Cine Marabá reabre e resgata o glamour”, do Estadão, diz:
O problema da falta de vagas de estacionamento (e da falta de garagens subterrâneas, projeto da Prefeitura que está há seis anos no papel) será resolvido com um valet na porta.
A “solução” não soluciona e não revitaliza área nenhuma.
Os valets, mesmo que não sejam, representam a exclusividade, uma desigualdade de tratamento nociva. Numa frase, valets são pedantes. E não é isso que ajudará a revitalizar o centro de São Paulo.
Não importa quantos “Centros culturais” inventarem, partes do bairro continuarão esvaziadas à noite se as pessoas saírem de seus carros feito bolas de sinuca e caírem dentro da caçapa do cinema.
No tempo do tal proclamado glamour, o centro era o principal bairro da cidade e, apesar dos carros já causarem enormes problemas e embates, as pessoas utilizavam as pernas que possuíam. Não por acaso, boa parte das salas de 2.000 lugares que se dedicavam a exibição de filmes, hoje guarda carros.
Os problemas de segurança existem e podem ser solucionados de verdade.
A reabertura de um cinema histórico seria uma bela oportunidade para que gente de classes privilegiadas conheçesse e experimentesse o centro à noite e no final de semana. Ao esperar o ônibus, aguardar a próxima sessão no bar ao lado, ao caminhar até o metrô o local poderia voltar a ser mais agradável para todos.
Esse seria um pequeno passo em direção à solução. Já um valet não estimula ninguém a nada positivo, só trará uma vida artificial restrita aos 50 metros em volta do cinema.
A mesma tática fora adotada pelo turístico Bar Brahma, ao lado do Marabá. Para garantir que as pessoas desçam dos carros e entrem direito no local, manobristas velozes e furiosos correm de um lado para o outro nos horários de pico. O Centro Cultural Banco do Brasil, que fica num calçadão, foi mais longe e ofereceu por anos um serviço de van que levava os clientes até um estacionamento conveniado.
Obviamente, esta “solução” do cinema com valet não está apenas relacionada à falta de vagas, uma vez que existem opções próximas. Está relacionada à segurança. Por isso, a probabilidade de se instaurar a segurança privada disfarçada na calçada em frente para garantir a tranquilidade dos frequentadores é grande.
Torcemos para que o empreendimento dê certo, mesmo com os tais valets. Mas um alerta é válido: moradores de rua, camelôs, sem-teto, ciganos, africanos, trombadinhas, todos os feios, sujos e malvados do envolto do cinema, preparem-se, a cultura vem aí.
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Os Valets glamourosos, artigo, panóptico
“Donos da rua” acham que ônibus atrapalham o Valet, artigo, Vá de bike!
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Para Andrea Matarazzo catadores são problema, artigo, panóptico
Centro Vivo, artigo, panóptico
Por vir:
Momento Monumento, site, mais um centro cultural no centro de São Paulo
Sesc 24 de maio, site, centro cultural que já transformou um calçadão em rua para carros.
Antiga rodoviária de SP vai virar teatro e escola de dança, notícia, Folha de S. Paulo
Os Valets glamourosos
No mês passado, a revista Veja São Paulo publicou mais uma matéria defendendo que os interesses particulares devem se sobrepor aos coletivos, na cidade de São Paulo.
Não se tratava, porém, da defesa de especuladores em detrimento de movimentos sociais, de desejos patronais sobre direitos trabalhistas. A defesa desta lógica se revela também em temas menores e apareceu na Veja no principal tema cotidiano da cidade, o trânsito.
Os carros de luxo que circulam pelos 180 metros do trecho entre as avenidas Faria Lima e Nove de Julho da Rua Amauri, famosa pela alta concentração de restaurantes badalados, no Itaim Bibi, podem se livrar do fardo de dividir espaço com os ônibus
O texto “Ônibus da discórdia” adota o conhecido estilo “absurdo pré-fabricado” e mentiroso para “formar opinião” a favor da parte mais forte e, consequentemente, sensibilizar os administradores públicos para uma solução rápida.
“Aí, os motoristas dos ônibus metem a mão na buzina e irritam quem quer comer com tranquilidade”, afirma Giliard dos Santos, funcionário da empresa de valet Golf Park.
É o avesso do avesso, o direito de carros coletivos passarem por ruas públicas vira “discórdia” em revista.
Antes de receber um glorioso “não’ da SPTrans, a rua Amauri recebeu centenas de ciclistas atentos aos ataques da mídia e dispostos a questionar a privatização da rua.
Por alguns minutos a rua também contou com um serviço vip de estacionamento de bicicletas.
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Os caras-de-pau e Kafka sobre quatro rodas, artigo, Apocalipse motorizado
Zero Hora: Fábrica de Mentiras
Muralha Rubro Negra deixou um recado em frente à sede do jornal Zero Hora, em Porto Alegre
Via RS Urgente
Marketing com a estrutura dos outros

(clique na imagem para ampliar)
Ingressos a partir de R$160 e todo um circo para a classe média paulistana cheia de paz no coração montado.
Um caro encarte no jornal diz:
Consumo responsável: A organização desenvolveu uma estrutura para estimular o público a não ir de carro e curtir o Skol Sensation à vontade.
As opções elencadas são (nessa ordem): Motorista da rodada, Estacionamento amigo, Táxi, Vans, Metrô.
A última é a novidade. Diz:
Juntamente com os ingressos, você ganhará, sem custo adicional, dois tickets do metrô.
Um belo avanço. Obviamente, a intenção é lavar a marca de cerveja com o sabão da ecologia para ficar bem cheirosa. Mas, de fato, receber os bilhetes do metrô junto com o ingresso pode lembrar o motorista que no dia do evento ele ficará horas no trânsito, se estressará e correrá o risco de ser roubado.
A parte do “sem custo adicional” é, digamos, engraçada para um evento direcionado à classe média alta.
Claro, o metrô é a última opção relacionada. Motorista da rodada é a primeira e diz:
Escolha o motorista da rodada. O herói que não irá beber, só vai levar os amigos para casa em segurança.
A estrutura que “a organização desenvolveu para estimular o público a não ir de carro” se resume a disponibilizar um serviço terceirizado de vans e dar bilhetes de metrô.
São bons estimulos. São dois. Não são uma “estrutura”. Certamente, a “estrutura desenvolvida” e os gastos se concentram no estimulo inverso, o Estacionamento amigo.
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Eventos coletivos e Transporte coletivo
Atenção! Este veículo está sendo roubado. Ligue para a Car System
Meu caçula “joga” futebol com a parede do quarto; vira e mexe, eu recebo uma buzinada na orelha ao atravessar a rua; minha mulher, vindo do centro, gasta três horas para chegar ao Terminal Capelinha, todos os dias.
Um ano atrás eu não percebia como isso é injusto.
Eu organizo processos no principal Tribunal de São Paulo. Trabalho fácil e chato. Mas tem estabilidade e o café ajuda nas horas de maior angústia. Maldita estabilidade. Coisa rara. 17 anos de casa, agora em abril.
A questão é que esse maldito alarme exclamando, o dia todo, “Atenção! Este veículo está sendo roubado” está me deixando maluco. Doido mesmo.
Quando uma moto esbarra na outra na área de estacionamento de motos que tem na rua aqui ao lado do Tribunal, lá vem “este veículo está sendo roubado”. As motos se esbarram a cada 10 minutos, porque o espaço de estacionamento – do tamanho de dois carros – serve a uma multidão de motoboys.
Eu não entendo esse alarme. Não sei se alguém o leva a sério. Um dia resolvi ligar para a “Car system” dizendo que “um veículo foi roubado” para ver o acontecia. Talvez eles mandassem uma equipe armada até o local e recuperassem o “veículo”, não sei.
O atendente me perguntou se não se tratava de um disparo acidental; de repente, alguém tinha trombado numa moto estacionada.
Eu acho que se alguém vê um veículo sendo roubado, deve simplesmente ligar para a polícia. O dono do objeto deve se lamentar e arcar com o prejuízo.
Eu só gostaria de organizar as pastas e documentos em paz, como venho fazendo há quase 17 anos, sem que ninguém me mande ligar para a “car system”.
Neste último ano que meu cérebro foi esfaqueado pela “car system”, percebi que eu e minha família nunca fizemos parte do tal “trânsito caótico de São Paulo”, como diz a TV. Que apesar de gostar de usar esse assunto para jogar conversa fora, eu não tenho nada a ver com ele.
Nunca tive carro. Nunca tive nenhum “veículo roubado” e todos os dias desperdiço horas no ônibus voltando do Tribunal.
Isso só me veio à cabeça depois que a Car System chegou à minha vida.
Respeito muito o doutor Oliveira, mas não suporto mais. Vou deixar o Tribunal.
(de um cidadão qualquer)
Eles e elas pedalaram pelados
Um ótimo comparativo para se entender, não apenas o que foi publicado sobre a Pedalada Pelada, mas como é a cobertura de um protesto pela grande mídia.
Aqui, todas as notícias reunidas.
Revista da Univ. Federal de Santa Maria discute mobilidade urbana
A revista Ciência & Ambiente, publicada pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), lançou uma edição dedicada ao tema “A cultura do automóvel”, reunindo textos de 12 especialistas que analisam o assunto sob a perspectiva de diversas áreas do conhecimento.
Os artigos apresentam propostas alternativas para desafios urbanísticos, tecnológicos e energéticos promovidos pelo uso de veículos automotivos. As propostas, dotadas de diferentes escalas de complexidade para implantação, indicam caminhos para o movimento de transformação do atual cenário urbano.
Os editores convidados para a 37ª edição da revista são a professora Erminia Maricato, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP), e Ronai Pires da Rocha, do Departamento de Filosofia da UFSM.
No volume, são abordadas questões como o significado da “cultura do automóvel” na cena contemporânea; o custo do automóvel, da indústria de infraestrutura e da opção energética para o ambiente e a saúde dos moradores urbanos; e quais modos de transporte ou políticas de mobilidade e uso do solo podem ser introduzidos.
Os autores, além dos dois editores convidados, são Ailton Brasiliense, Eduardo David, Felix Farret, Liana John, Luiz Righi, Marco Aurélio Lagonegro, Miguel Neves Camargo, Nazareno Affonso, Raphael David, Renato Boareto, Ricardo Neder, Richard Stephan, Tatiana Schor e Tiago Guedes.
“O automóvel e a cidade”, “Automobilismo: qual uso, qual significado?”, “Crítica à cultura do automóvel ou teoria crítica da tecnologia?”, “A ideologia rodoviarista no Brasil”, “A política de mobilidade urbana e a construção de cidades sustentáveis” e “Energia veicular e alternativas para o século 21” são alguns dos artigos presentes no volume.
Mais informações: www.ufsm.br/cienciaeambiente
(Fonte: Agência FAPESP)
“Ditabranda”: o ato contra o apoio da Folha à ditatura
Um ato comportado e tranquilo. Grande presença de muitos que viveram na pele os horrores da política brasileira.
Horrores que não cessaram.
Que não cessarão enquanto iphones, perfis de orkut e vídeos exploradores da miséria alheia no youtube não deixarem de ocupar o dia dos jovens.
Que não cessarão enquanto revistas de celebridades, programas de auto-ajuda na TV e religiões milagrosas não deixarem de ocupar o dia dos adultos.
Um leitor escreveu ao jornal e recebeu uma resposta vazia. Outros escreveram, até que a Folha mostrou o que pensa insultando dois leitores que são figuras públicas. Tudo ficou claro e a indignação só fez crescer durante a semana.
O protesto mostrou a capacidade de mobilização da internet e o valor da mídia independente. Mostrou também que sem o primeiro a se levantar, nada acontece.
Manual de Redação da Folha, Edição 2009

Durante a Ditadura, todos os meios de comunicação continuaram trabalhando por seus interesses políticos e financeiros, nos bastidores. Via de regra, os mesmos interesses do Regime.
No palco da Democracia a apresentação precisou de mais empenho nos ensaios e de falas mais trabalhadas. Afinal, mudado o cenário, a harmonia entre os elementos tinha que ser outra. Foram apresentados com pompas, a pluralidade, a independência, o apartidarismo e outros bichos que procriam rapidamente em ambientes publicitários tropicais.
Popularizada aquela utopia em comunicação chamada web, a questão hoje é: cada vez menos pessoas acreditam nesse chororô de “jornal a serviço do Brasil” e as vendas de jornal estão na sarjeta.
Diante da constatação, o Conselho Editorial da Folha se reuniu e se perguntou: e se tudo acontecesse diante dos olhos da platéia. A troca de figurinos, o trânsito de banqueiros, os acordos políticos, ali, tudo de cortinas abertas?
Como vanguarda jornalística nacional e certo da necessidade da promoção de um “choque de gestão”, o Conselho Editorial da Folha deliberou: A Folha de S. Paulo deixará o marketing da pluralidade de lado e um novo Manual de Redação será redigido.
E o “Painel do leitor” que os assinantes tanto gostam de ler? O Conselho deliberou: considerando a oportunidade de enxovalhar alheios nas respostas, mantido.
O Manual é claro: ao se comunicar com o leitor, principalmente no espaço dedicado às suas manifestações, procure inventar a contradição do leitor e escamotear a sua. Desta forma, sempre agradeça a manifestação antes de considerá-la irrelevante; sempre eleve o respeito do jornal pela opinião divergente antes de deixar claro que o leitor é um mentiroso e cínico.
Outra norma, aprovada pelo Conselho comunica aos jornalistas:
O termo “Ditadura” deve ser substituído por “Ditabranda” (Os termos fascismo e nazismo serão apreciados na seção ordinária do Conselho de março/2009)
O termo “Ditabranda” causou curiosidade em alguns conselheiros. Onde fora citado? Em algum artigo militar? Em algum livro publicado pela TFP? Quem sabe em algum texto dos cortadores de cabeça da PM paulista?
Não, a Folha decidiu que no Brasil a ditadura foi branda e pronto. Mandou imprimir o termo num de seus Editoriais. Dois professores das maiores universidades do país escreveram ao jornal dizendo-se indignados. Oportunidade para o jornal colocar o novo Manual de Redação em prática, respondendo:
(…) sua indignação é obviamente cínica e mentirosa.
Entenda o caso lendo “Ditabranda” para quem?, artigo Maria Victoria Benevides, Carta Capital
Assine a petição em defesa dos Professores e de protesto contra a Folha
Compareça ao Ato Público contra a Folha de São Paulo: dia 07/03, às 10h
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Folha de São Paulo, cínica e mentirosa. Todo o apoio a Fabio Konder e Maria Victoria Benevides, artigo, O Biscoito fino e a massa
Falha de São Paulo, artigo, Apocalipse motorizado
Porque não devemos falar em “Ditabranda”, artigo, Vio o mundo
Ditabranda: o suicídio moral da Folha, artigo, Different thinker
Show Jornalismo canalha, artigo, Pedalante
“Ditabranda”: Marcelo Coelho tenta justificar o patrão, artigo, Escrevinhador
Ato Público contra a Folha de São Paulo: dia 07/03, às 10h, chamado, O biscoito fino e a massa
Folha de S. Paulo: no Brasil não existiu ditadura, mas sim “ditabranda”, imagem, Tudo em cima














